Lucio Falleiros

JOÃO CANDIDO FALLEIROS

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ÁRVORE GENEALÓGICA DE JOÃO CÂNDIDO FALLEIROS- ( 1838- 1907 )

- Em comemoração ao centenário de sua morte-

João Cândido Falleiros era :
FILHO de José Justino Faleiros  e  Joana Gomes Moreira
NETO   do  Alferes José Faleiros de Aguiar  e  Ana Joaquina do Nascimento.
BISNETO do Português Manoel Faleiros de Aguiar  e  Francisca da Conceição.
TRINETO  do Português José Faleiros de Aguiar  e  Esperança de Jesus   



ENVIE PARA O ENDEREÇO ABAIXO CORREÇÕES, FOTOS E COSIDERAÇÕES PARA QE EU POSSA ACRESCENTÁ-LAS NO SITE - Lúcio de O. Falleiros- S. Joaquim da Barra.CEP 14 600 000- E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Fone 0xx16 38182335

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PREÂMBULO.
FAMÍLIAS : FALEIRO, FALEIROS OU FALLEIROS.


Quando se fala sobre essas famílias o primeiro nome que nos vem à mente é o de RUI FALEIRO, que viveu em torno de 1500. Seu falecimento parece ter acontecido em 1544.    Ele nasceu no município de Covilhã, situado bem no centro de Portugal.
Era cosmógrafo, profundo conhecedor de astronomia, cartografia e astrologia.  Foi o principal organizador da viagem de circunavegação de Fernão de Magalhães, em Sevilha.
Serviu aos reis D. João II e D. Manoel I.  É considerado como o primeiro a definir o método da avaliação da longitude a partir do lugar do observador.
Seu irmão FRANCISCO FALEIRO, em 1525 publicou em Sevilha o “TRABALHO DA ESFERA Y DE LA ARTE DE MAREAR”, no qual mostra os conhecimentos de seu irmão.
RUI FALEIRO não acompanhou Fernão de Magalhães em sua viagem, existindo para esse fato duas versões:
A primeira afirma que, nas vésperas da partida,  Rui Faleiro determinou seu próprio horóscopo e os astros vaticinaram-lhe  morte violenta, caso embarcasse. A segunda diz que ele enlouqueceu e por isso não embarcou.

Há ainda na internet uma referência sobre os CARVALHAES FALEIROS DE BRAGA,.dando uma árvore genealógica que tem início com o português da cidade de Braga, bem ao norte de Portugal, RUI ou RODRIGO FALEIRO, famoso e destro piloto de Cristovão Colombo.Casou pelos anos de 1480, com CATARINA ANNES.  Tiveram apenas um filho, DIOGO DE CARVALHAES FALEIRO, que recebeu ordens menores em 1508 e casou com  MARIA LUIZ em torno de 1510. e tiveram cinco filhos :GREGÓRIO DE CARVALHAES FALEIRO, DIOGO DE CARVALHAES FALEIRO, MANOEL DE CARVALHAES FALEIRO, MARIA DE CARVALHAES VIEGAS , CATARINA DE CARVALHAES DE ANTAS e ANNA DE CARVALHAES FELIPE (ver internet Carvalhaes Faleiros de Braga ).
Em 1579 há notícias de um habitante das ilhas dos  Açores, da ilha de Santa Maria, com o nome DIOGO FERNANDES FALEIRO, que em torno de 1579, ajudou seus familiares que estavam em dificuldades e até passando fome, nas ilhas, a emigrarem para o Brasil.  Nesse  período de 1550 a 1850 muitos moradores do arquipélago dos Açores emigraram para o nosso país. .A família Faleiro em Portugal deveria ser bastante numerosa pois na internet, em (Gene.”All.net- Faleiro”) aparece mais de uma centena  de portugueses com sobrenome  FALEIRO.  Em Portugal existem muitos acidentes geográficos com o nome de FALEIROS.
O presente  ESTUDO, sobre essas três famílias, que na verdade são uma só, começou   a ser realizado, por mim, a partir de Junho de 2007. Ele só foi possível::
Por existir o livro editado em 1968 por OSÓRIO FALEIROS DA ROCHA, que  contou com o auxílio de José Alves de Souza Faleiros Júnior ( Juquinha).  Ao livro foi dado o nome de “APONTAMENTOS GENEALÓGICOS DAS FAMÍLIAS FALEIROS , ROCHA, NASCIMENTO, NOGUEIRA e elementos a elas ligados.” Inicia o livro dizendo: “Há vários anos, reunimos os vagos informes, a custo conseguidos, relativamente à nossa família, demos a  JOSÉ JUSTINO FALEIROS , o papel de patriarca , do tronco dos Faleiros, na parte radicada e a desenvolver-se no Nordeste do Estado de São Paulo,Triângulo e em todo o sul de Minas Gerais.  Ficou então lançada a versão corrente entre as pessoas consultadas: JOSÉ JUSTINO FALEIROS, viera de  Oliveira ou de  Tamanduá, M.G., atravessara o Rio Grande e se fixara numa fazenda próxima ao “ Arrayal Bonito do Sertão do Capim Mimoso”, que , elevado a Freguesia, veio a receber o nome de Vila Franca do Imperador, instalada em 1824.

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JOSÉ JUSTINO FALEIROS , meu bisavô, tinha certo preparo intelectual, meteu-se em política  e foi eleito vereador  da  Primeira Câmara Francana, tendo ali, assistido, no dia 28 de novembro de 1824, a cerimônia da instalação da Vila, e a 9 de novembro a demarcação do Rocio “ . Foi presidente dessa Câmara e vereador por várias legislaturas. 
No assento do seu batismo, JOSÉ JUSTINO FALEIROS figura com o simples nome de JOSEPH, no seu casamento é  JOSÉ FALEIROS DE SANTANA e assim também no testamento de D. Josefa Gomes Moreira, sua sogra, em 3 de novembro de 1820; no auto acima mencionado e  no testamento do seu sogro Guimarães,em 1825, assina como JOSÉ JUSTINO FALEIROS.”  Nas atas da  Municipalidade, em Franca assinava FALEIROS, ora com um só l, ora FALLEIROS, com dois ll.”   
Era filho legítimo do ALFERES JOSÉ FALLEIROS DE AGUIAR (meu trisavô) e de Anna Joaquina do Sacramento.  Casou-se com JOANNA GOMES MOREIRA. filha legítima de ANTÔNIO ALVES GUIMARÃES e JOSEFA GOMES MOREIRA. Era neto de MANOEL FALEIROS DE AGUIAR, meu tetravô, português vindo da Ilha Terceira, c.c.FRANCISCA DA CONCEIÇÃO e bisneto de J0SÉ FALEIROS DE AGUUAR (meu pentavô), português c.c.ESPERANÇA DE JESUS.   
JOSÉ JUSTINO FALEIROS  E  JOANA  GOMES  MOREIRA tiveram os filhos:


F1- FRANCISCO JUSTINO FALEIROS * 18/04/1832
F2- JOSÉ ALVES FALEIROS *16/02/1820
F3- ANTÔNIO JUSTINO FALEIROS *??/11/1822
F4- MARIA JUSTINA DE JESUS *30/O8/1825
F5- MARIA CÂNDIDA DE JESUS *16/05/1836
F6- MARIA DO CARMO FALEIROS * 05/08/1827
F7- JOAQUIM ALVES FALEIROS *  ??/11/1823
F8- FORTUNATO JUSTINO FALEIROS * 31/10/1833
F9- JOÃO CÂNDIDO FALEIROS * 05/12/1837 ou 1838 (meu avô)


No famoso e raro livro dos Faleiros, editado em 1968, o autor decidiu colocar todos os Faleiros com apenas um  l (ele). Nesse livro aparecem os descendentes desses nove filhos de JOSÉ JUSTINO FALEIROS.   A meta do presente estudo é atualizar a descendência de JOÃO CÂNDIDO  FALEIROS (F9), meu avô.
Neste livro e no presente estudo  não aparecem os parentes de sobrenome FALEIRO. Segundo,: em contato com Marco Antônio Castro Faleiro, da cidade de São Joaquim de Bicas, perto de Oliveira, Carmópolis e Passa Tempo, na região de Belo Horizonte, berço das famílias Faleiros e  Faleiro, e tendo ainda entrado em contato com o  professor Ronaldo Van Putten de Vasconcelos, historiador de Belo Horizonte e de Ana Débora Freitas Faleiro, concluí por minha conta, com suas preciosas anotações, que deveríamos considerar como o Patriarca da família Faleiro, Faleiros e Falleiros, no Brasil o senhor MANOEL FALEIRO DE AGUIAR ou MANOEL FALEIROS DE AGUIAR.  Ele nasceu e foi batizado na Vila da Praia da Ilha Terceira, bispado de Angra, filho legítimo de José Faleiros de Aguiar e Esperança de Jesus. A Ilha Terceira é a mais populosa e a terceira em tamanho das nove ilhas que formam o arquipélago dos Açores.  MANOEL era casado com FRANCISCA DA CONCEIÇÃO. O Patriarca no Brasil da Família Faleiros, Falleiros ou Faleiro, seria então o sr. MANOEL FALEIRO DE AGUIAR OU MANOEL FALEIROS DE AGUIAR.
O ALFERES JOSÉ FALEIROS DE AGUIAR, segundo filho desse Patriarca  MANOEL, casou-se com ANA JOAQUINA DO SACRAMENTO, filha de Antônio Vieira Velho, ( ver na internet “Antônio Vieira Vellho”) natural também da Ilha Terceira, moradores também da Fazenda Bom Retiro, em Oliveira, Minas Gerais. Seu inventário é de 1824, onde o pesquisador prof.Oswaldo Diomar   encontrou  a cópia do seu testamento :

OBSERVAÇÃO--  sobre os descendentes de MANOEL FALEIROS  DE AGUIAR, tenho um trabalho a mim enviado pelo historiador professor Ronaldo Van Putten de Vasconcelos,   com mais detalhes.

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Ele e Débora informaram sobre um ramo espanhol, originado pela chegada na mesma região mineira de Oliveira e Carmópolis, de ESTANILAL MACHADO FALHEIROS, que chegou ao Brasil em !800 e acabou um de seus filhos casando com uma descendente de Manoel Faleiros de Aguiar. (filho)

Mais adiante serão apresentados mais informe sobre ESTANILAL e MANOEL

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JOSÉ JUSTINO FALEIROS, * novembro de 1793, em Oliveira c.c JOANA GOMES MOREIRA; ele ao vir da cidade mineira de Oliveira para a região de Franca , lá deixou seus irmãos: Manoel Faleiro de Aguiar, c.c. Felizarda Rosa de Jesus ou da Silva; Felícia c.c. José Francisco Pereira; Luciana c.c. Custódio José dos Santos; Ana c.c.Vicente José dos Santos e Maria batizada em 1872, em Oliveira em cujo registro foram  encontrados seus avós.   Lá também ficaram seus tios, irmãos de seu pai : Manoel, Josefa, Esperança e Maria..

Acredito que esses que lá ficaram é que deram origem ao sobrenome FALEIRO

Acredito também que o nome original da nossa família seja FALEIRO  pois entre os nomes de inúmeras famílias portuguesas, que localizei na internet em”GeneAll.net-Faleiro” não aparece o nome FALEIROS, mas sim FALEIRO.

Mas o objetivo principal desse trabalho é, primeiramente, continuar  na medida do possível, completando, a partir de 1968, o que foi realizado no livro dos Faleiros, registrando exclusivamente  os que descendem de  JOÃO CÂNDIDO FALLEIROS,  filho caçula do Patriarca JOSÉ JUSTINO FALEIROS.

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NOSSO BRASÃO



Foto tirada no dia 03/06/2006 , na segunda festa FALEIJUNINA dos FALEIROS


Foi o casal Sônia Falleiros Terçariol- Léslie Terçariol que trouxe o quadro com o nosso
BRASÂO, exibido na foto.  Nela vemos da esquerda para a direita : Roberto Galvão Faleiros, Leslie Terçariol, Lúcio de Oliveira Falleiros e sua irmã Luzia Falleiros Malheiro, Sônia Aparecida de Souza Faleiros esposa do Roberto e Sônia Falleiros Terçariol.
Roberto reside em Ribeirão Preto
Lúcio reside em São Joaquim da Barra
Leslie reside em Barretos

DESCENDENTES DE JOÃO CÂNDIDO FALLEIROS, FILHO CAÇULA DE JOSÉ JUSTINO FALEIROS
(Uma homenagem ao centenário da morte de João Cândido Faleiros)

“ F9-JOÃO CÂNDIDO FALEIROS, * 05/12/1837, na fazenda Jardim, Patrocínio Paulista.  Batizado, diz o assento do padre , feito aliás a 29 de março de 1837 ou 1838, conforme cúria de Ribeirão Preto.  Padrinhos : Caetano Antunes Cintra e  Felícia Rosa dos Santos.  Falecido em 1907 após prolongados padecimentos, sendo (cremos), o primeiro a ser sepultado no novo cemitério de Patrocínio Paulista. Ali residia e era proprietário da Farmácia Faleiros.  Antes fora fazendeiro.  Dedicando-se ao estudo e prática da medicina, aliás com muito êxito, por falta de médico na região, tinha grande clientela. Casou a primeira vez em Batatais com D. ANA ALVES FERREIRA, filha de Joaquim Alves Ferreira e d. Joaquina Alves Ferreira.  Tiveram 5 filhos

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