Lucio Falleiros

Fámilia Ciavaglia

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CIAVAGLIA—CHAVALHA—CHAVAGLIA—CHAVALHO
ÁRVORE GENEALÓGICA

Vamos começar a história dessa família tomando como ponto de partida o Sr. João Ciavaglia e a sua esposa Maria Funicelli Ciavaglia ( Mariúcha ).
CIAVAGLIA GIOVANNI, que passou a assinar JOÃO CHAVAGLIA no
Brasil, era filho de CIAVAGLIA SALVATORE e DOMENICA GALLI.    
João Ciavaglia nasceu em 07/11/1885, em Nocera Úmbria, na província de Peruggia, próxima à cidade de Assis, na Itália. .MARIA FUNICELLI CHAVAGLIA
nasceu em 19 de janeiro de 1889 em Santo Prisco, Província de Caserta, a 17 km de ´Nápoles. Seu nome original na Itália era FORNICIELLO MARIA.  
João veio para o Brasil pouco antes de 1900, com seus pais e irmãos. Era filho de
Ciavaglia Salvatore ( Davi ) , falecido em 18/07/1937 com 87 anos, e de Galli Domênica,  falecida em 14/06/1935, com 80 anos. Ambos estão sepultados no cemitério de Batatais.
Seu pai Salvatore tinha na Itália 4 alqueires de terra, na região dos Apeninos.  Ao
vir para o Brasil vendeu tais terras para seus irmãos GIOVACHINO e MASSIMINO..
Sua mãe DOMENICA antes de embarcar no navio colocou no seu vestido todo o dinheiro das terras que haviam vendido.  Salvatore dizia que ela até mancava de tanto
peso no corpo.   
João Ciavaglia ao vir para o Brasil, deixou na Itália sua irmã Maria, pois ela estava namorando Nazareno Pica, com quem casaria mais tarde.             .   
Maria Funicelli veio para o Brasil, a primeira vez, em 1899, no mês de dezembro, também em companhia de seus pais e irmãos.   Tinha dez anos.   Aos 14 anos voltou para a Itália e com 15 anos retornou ao Brasil, indo morar na fazenda Macaúbas.
Lá conheceu João Chavaglia com quem casou em 14 de agosto de 1908, com 19 anos de idade.  Casaram na cidade de Batatais. Pouco tempo depois voltou pela segunda vez à Itália , em Nocera Úmbria, onde ficou só 6 meses. Logo que chegou na Itália nasceu sua filha Olinda.      Como o meio de sobrevivência era precário na região e eles sentiam dificuldade em acostumar-se com o frio, resolveram deixar a Itália.  Nunca mais retornariam à sua pátria.
Chegaram a Santos em 1911 e logo após o desembarque, por estarem passando fome, João executou um pequeno trabalho no porto, ganhando dois mil réis. Com esse dinheiro comprou pão, lingüiça e leite, o suficiente para comerem até Batatais, na fazenda Macaúbas. Nessa fazenda de propriedade do Dr. Domingos de Moraes ficaram um bom tempo. Ali faleceu sua filha Maria Amabile, com poucos meses de idade. Logo depois em 1918,  mudou para a fazenda do capitão João Terra, no município de Igarapava, distrito de Aramina..
Nessa fazenda ele trabalhava na sua profissão que era “ beneficiador de café”,
inclusive selecionando tipo exportação. Beneficiava também arroz, serrava toras, fazia
carro de boi, carroção, carrinho, carretão e ainda trabalhava com marcenaria e carpintaria. Chegou a instalar uma usina hidroelétrica de corrente contínua. Durante seis meses por ano trabalhava até às 10 horas da noite. É verdade que tinha um salário compensador, ganhava 16 mil réis por dia , enquanto que um trabalhador comum ganhava 2 mil réis.
Em 1922, mudou-se para a fazenda do Lageado, no município de Conquista, MG, propriedade do Dr. Gabriel Junqueira Vilela. Com muito trabalho e economia guardaram 5 contos de réis, o suficiente para comprarem um sítio em Sacramento. Ali os meninos José, Rosalina , Florêncio e Dante ganharam a irmã Izaura, em 1927.

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Logo após o nascimento de Izaura, seu pai vendeu o sítio por 22 contos de réis, para o sr. Basílio Manzan. Por uma feliz coincidência, ao voltar para o Estado de São Paulo, viajando de trem, João Ciavaglia cruzou com o senhor Domingos de Moraes, seu ex-patrão.  Ele ia comprar uma fazenda perto de Aramina e precisava de um empregado competente e de confiança como ele. Trabalhou muito nessa fazenda das Termópilas, seus filhos muito ajudaram nessas terras onde plantavam arroz, à meia.  Conseguiu economizar 50 contos de réis e comprou em 1931 a Fazenda Bela Vista, encostada na fazenda Termópilas e a poucos quilômetros de Aramina..  Mais tarde compraram a fazenda Canindé ( em 1933, com 180 alqueires ), o sítio do Olímpio ( em 1943, com 35 alqueires), e a fazenda Aurora em São Joaquim da Barra ( em 1940, com 63 alqueires).
Terminaram seus anos morando na cidade de São Joaquim da Barra e estão enterrados no cemitério de Igarapava.     
João chamava sua esposa Maria de “Mariúcha” .

Em novembro de 1991 as três irmãs: Izaura, Sergina e Todinha foram para a Itália conhecer os parentes de seu pai  Na foto elas  aparecem nas terras em que ele viveu.            O homem da foto conheceu João Ciavaglia bem  como o  Salvatore Ciavaglia,  respectivamente pai e avô das           mesmas     Na foto aparecem : Sergina, To- dinha e Chiara

 

                                                                                        Sergina abraçando sua prima                                                                                          Maria, filha de Massimino, en-                                                                                        quanto Chiara e Izaura assistem                                                                                          o emocionante encontro

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Todinha emocionada, no interior  da casa onde nasceu seu pai.                    1991

 

 

Um ano antes das três irmãs irem para                                                                                  A Itália, o dr. Amyres Lencioni que a-                                                                                 parece na foto, esposo da Todinha, ele                                                                                 e seu sobrinho Márcio, foram também                                                                                 até Assis.  No fundo vê-se a casa  onde                                                                                       nasceu  seu sogro João Ciavaglia.

 

  A Todinha dando a mão para a Maria,   à esquerda Speranza (nora da Maria)              ao lado de Chiara

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GIUSEPPE CIAVAGLIA, avô de João Ciavaglia  teve 4 filhos :

F1- MASSIMINO
F2- GIOVACHINO
F3- SALVATORE
F4-ASSUNTA  
Destes apenas SALVATORE imigrou para o Brasil



F1- MASSIMINO  CIAVAGLIA c.c. FILOMENA CATANOSSE.

Ele nasceu em 1861 e ela em 1886.

Estão enterrados no cemitério de Santa Maria di Lignano. Tiveram 5 filhos

 

N1- GIUSEPPE CIAVAGLIA c.c. CATERINA BIAGIONI

N2- ELISA CIAVAGLIA c.c. ARMANDO CROCIANI tiveram 3 filhos PAULO, CLÁUDIO E MILENA.

N3- CHIARA CIAVAGLIA c.c. PEPE  LALONI

N4- ANNUNZIATA CIAVAGLIA c.c. ALDO BRAGNETI

N5- MARIA CIAVAGLIA c.c. ALFREDO  LALONI  

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F1- MASSIMINO CIAVAGLIA ( Teve 5 filhos )

N1- GIUSEPPE CIAVAGLIA     c.c     CATERINA BIAGIONI
Giuseppe nasceu em Assisi em 06/10/1919 e faleceu em 10/11/1974 ( não teve filhos)

 

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